terça-feira, 26 de maio de 2009

Violetas - Como plantar


Os vasos ideais para plantar a violeta são os de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode até apodrecer as raízes da planta. Coloque no fundo do vaso um caco de cerâmica ou uma camada de pedriscos para encobrir o furo de drenagem. Encha mais da metade do vaso com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de vermiculita( vendida em lojas de produtos para jardinagem). Plante a muda centralizando a raiz e complete com a mistura. A seguir faça uma rega generosa até que a água escorra para o pratinho. Aguarde alguns minutos e faça outra rega.


Atenção: evite molhar as folhas da violeta, pois elas podem apodrecer com a umidade. As regas devem ser apenas para deixar a terra com umidade mínima. Elas detestam água clorada, portanto, para eliminar o cloro ferva a água e deixe-a esfriar bem antes de usá-l na rega. A violeta precisa de muita luminosidade, mas não suportam sol direto. A luz filtrada pelo vidro de uma janela, por exemplo, temperatura em torno de 25 graus formam o ambiente ideal para que cresçam e apareçam.

Máscara facial para pele seca


Máscara de Coco Verde


A polpa do coco verde é um hidratante rico em potássio e óleos.

Ingredientes: 1 coco verde com água


Modo de fazer:

Retire a polpa e a água do coco. Coloque a polpa no liquidificador e vá juntando a água até obter uma consistência cremosa. Passe uma camada bem espessa desse creme no rosto limpo e deixe por 30 minutos. Retire a máscara com a água de coco restante.

Alecrim, alecrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado....


Algumas plantas exalam um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinários, medicinais, religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como na produção de água de colônia, óleo essencial, cânfora e outros princípios ativos que lhe conferem propriedades excitantes, tônicas e estimulantes.


Culinária: fresco (preferencialmente) ou seco é apreciado na preparação de aves, carne de porco, salsichas, carne de porco, lingüiças e batatas assadas.


Efeitos terapêuticos: auxilia no combatea tosse e facilita a digestão. Também apresenta propriedades desinfetantes.

Máscara caseira anti-brilho, anti-inflamatória, cicatrizante e hidratante

Você vai precisar de:
* leite
* 3 colheres (sopa) de talco de bebê
* 1 colher (sopa) de mel de laranjeiras

Modo de preparar

Coloque o talco e o mel em uma tigela. Depois, adicione ao leite aos pouquinhos, mexendo bem até atingir a consistência de uma pasta de dente. Aplique em todo o rosto ou nas áreas mais oleosas.Deixe por uma hora. Remova com uma esponja, enxaguando com água.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Para os pequenos - educando seus filhos para administrarem suas contas, desde já:

COMO FORMAR UM BOM POUPADOR"

Ensine seus filhos, desde cedo, a distinguir as coisas que compramos porque "queremos" daquelas que compramos porque "precisamos".
Mostre a maneira certa de conservar o dinheiro: sem rasgá-lo, amassá-lo ou molhar as notas.
Chame seus filhos a participar da elaboração da lista do supermercado, checando, por exemplo, que produtos de higiene a família vai precisar comprar.
Explique a eles que tipo de trabalho você realiza e, se possível, leve-os ao seu ambiente de trabalho.
Lidar com dinheiro é difícil paa a maioria das pessoas. Assuma suas próprias deficiências nesse sentido.
Estimule seus filhos a participar da elaboração do orçamento doméstico, incentivando-os a sugerir maneiras de reduzir as despesas.
Se o seu orçamento permitir, dê a eles uma mesada e explique que o seu objetivo é ensiná-los a administrar o seu próprio dinheiro.

EVITE:
Resista à tentação de presentear as crianças a todo momento. Estipule e comunique a elas as ocasiões que você considera propícias para isso.
Em hipótese alguma estabeleça a relação entre as notas que a criança recebe na escola e o ganho do dinheiro.
Não deixe de envolver os avós no processo de educação financeira da criança, explicando a eles as razões dos limites impostos e incentivando-os a colaborar.
Não suspenda a mesada como forma de castigo por malcriações ou baixo rendimento escolar. Lembre-se de que a única função da mesada é educar a criança para lidar com dinheiro.
Não altere a data do pagamento da mesada. Peça que seu filho o lembre desse compromisso a um ou dois dias do vencimento
Não tenha medo de impor restrições aos gastos da poupança do seu filho. Quando não concordar com eles, explique o motivo.
Não se torture por não dar ao seu filho todas as coisas que ele pede."

Fonte:http://www.simplicidadevoluntaria.com/adm.htm

Gastar muito é uma doença

Comprar compulsivamente é sinal de doença.Estourar o orçamento repetidamente é um vício igual ao alcoolismo. A doença tem até nome: oniomania, aquele que necessita comprar assim o dependente químico necessita da droga. O desejo incontrolável de gastar tem tratamento: inclui acompanhamento psicológico e medicação. Mas é fundamental que a pessoa reconheça que está doente e precisa de ajuda.
Além de cortar todas as formas de crédito, como cheques e cartões de crédito, o ideal é que alguém da família ou um amigo próximo assuma o controle das finanças do paciente. Embora não exista dados estatísticos sobre a doença no Brasil, ela tem crescido bastante. Já existe até um grupo de auto-ajuda chamado Devedores Anônimos, que segue a mesma linha de atuação do Alcoólatras Anônimos.
Assim como todo dependente, os consumidores compulsivos demoram a admitir seu vício. No caso deles é particularmente difícil porque fazer compras é uma atitude bem vista e até incentivada pela sociedade. A causa do consumo compulsivo é uma conjunção de fatores biológicos e psicológicos. Ao mesmo tempo, com as compras, a pessoa tenta preencher "o buraco" provocado por problemas do dia-a-dia.


Gastar demais pode ser sinal de doença
Até o início do ano passado, toda vez que Maria José, 60, ia a uma consulta médica, carregava consigo uma série de pacotinhos. Eram presentes para médicos, enfermeiras e recepcionistas.
Outro hábito dela era reunir sobrinhos e amigos do filho e os levar a lanchonetes e parques de diversão. Cada um pagava a sua parte? De jeito nenhum. Maria José fazia questão que as despesas ficassem por sua conta.
De presente em presente, ela gastava mais do que ganhava. Funcionária da área de recursos humanos e formada em pedagogia e direito, Maria José chegou a perder um apartamento por causa do desejo incontrolável de gastar. Quando as prestações do imóvel venciam, o dinheiro já havia ido embora.
"O único bem que me restou foi um outro apartamento, que só consegui terminar de pagar porque o valor das prestações era descontado do meu salário", diz.
Maria José afirma que sempre teve o mesmo comportamento. "Por anos a fio participei de uma ciranda de empréstimos com bancos, administradoras de cartão de crédito, financeiras e parentes para rolar as dívidas."
No início do ano passado, já aposentada e com uma renda menor, as instituições financeiras fecharam as portas para ela. Seu nome entrou no cadastro de devedores da Serasa (Centralização de Serviços Bancários). Na época, seus débitos somavam mais de R$ 30 mil. "Foi quando cheguei ao fundo do poço", diz.
O vendedor Carlos Alberto, 41, também não resistia a agradar à família. "Se eu acompanhava o meu tio ao supermercado, fazia questão de pagar as suas compras, mesmo sabendo que ele ganhava três vezes mais do que eu", diz.
Carlos Alberto conta que o fato de ter dinheiro no banco o incomodava. Era preciso gastá-lo. "Não conseguia deixá-lo na conta. Sou alcoólatra, faço tratamento há sete anos. Na época, tentava compensar a dívida emocional que tinha com a minha família com presentes que fugiam do meu real poder aquisitivo", diz ele, que por pouco não perdeu a casa onde mora.
Os nomes dos entrevistados acima são fictícios. Eles pediram à reportagem da Folha que suas identidades fossem omitidas. Essas pessoas integram o grupo de auto-ajuda Devedores Anônimos, que segue a mesma linha de atuação do Alcoólatras Anônimos. São consumidores compulsivos, pessoas capazes de ir à bancarrota devido a gastos desenfreados.
"Essas pessoas são doentes. Elas têm o consumo como vício, da mesma forma que um dependente químico necessita da droga ou um alcoólatra, da bebida", diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, diretor do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo).
Segundo a psicóloga Denise Gimenez Ramos, coordenadora da pós-graduação em psicologia clínica da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), para essas pessoas, o prazer da compra também é fugaz. "Logo depois elas entram em um estado de depressão que, dependendo do caso, pode evoluir para um quadro de tendência suicida."
Assim como todo dependente, os consumidores compulsivos demoram a admitir seu vício. Porém, no caso deles, é particularmente difícil, uma vez que fazer compras é uma atitude bem vista e até incentivada pela sociedade.
No Brasil, não há estatísticas sobre o assunto. Nos EUA, estudos mostram que 1% da população sofre de consumo compulsivo, cientificamente chamado de oniomania. No Reino Unido, as pesquisas indicam que esse percentual é de 3% entre os adultos e 8% entre os adolescentes.
A causa do consumo compulsivo, segundo o psiquiatra Silveira, é uma conjunção de fatores biológicos e psicológicos. "A pessoa apresenta deficiência do neurotransmissor serotonina no organismo", diz. A substância regula, entre outras funções, o humor e a libido no organismo humano.
Ao mesmo tempo, com as compras, a pessoa tenta preencher "o buraco" provocado por problemas do dia-a-dia. "Conheço mais de um paciente que, ao brigar com a mulher, em vez de enfrentar o problema, se posta diante da Internet para fazer uma série de aplicações irracionais em Bolsa", afirma o psiquiatra.
O tratamento, explica, inclui acompanhamento psicológico e medicação. Mas é fundamental que a pessoa reconheça que está doente e precisa de ajuda. No início, além de cortar todas as formas de crédito, como cheques e cartões de crédito, o ideal é que alguém da família ou um amigo próximo assuma o controle das finanças do paciente. "Ele só deve ter em mãos o dinheiro necessário para o dia", diz.
Paralelamente, diz a psicóloga Denise Ramos, a pessoa deve tentar identificar as situações que desencadeiam o consumo compulsivo. "É uma hora difícil, porque nesse momento ela acredita que somente as compras podem lhe proporcionar bem estar."


Quem tem dívida deve cortar cheque e cartão

O auditor fiscal Emerson Roberto Baldissera, 27, está passando por um processo de reeducação financeira. Em agosto, cancelou os três cartões de crédito que possuía. A dívida dos cartões, somada à do cheque especial, passou de R$ 3.000 para quase R$ 7.000 no último ano.
Além de ter sido obrigado a mudar de cidade quatro vezes nos últimos três anos, devido ao trabalho, o que causou grandes despesas, ele afirma que, até pouco tempo atrás, gastava muito em lazer. "Por final de semana, cerca de R$ 200 iam embora", diz. No mês, esses gastos, somados, eqüivaliam a 60% do seu salário líquido.
Baldissera também costumava comprar CDs compulsivamente. Eram cerca de 20 por mês. Mas esse hábito ele foi obrigado a abandonar. "Parei de comprá-los quando, há alguns meses, tive de vender meu aparelho de som para pagar parte das dívidas."
Em julho, ele renegociou com os credores todos os seus débitos. "Com os acordos, consegui reduzir os juros cobrados, além de parcelar os pagamentos", diz. No mês passado, afirma que quase não saiu de casa para evitar a tentação de gastar.
O presidente da Andif (Associação Nacional de Defesa dos Consumidores do Sistema Financeiro), Aparecido Donizete Piton, concorda que cortar as fontes de crédito como cheque especial e cartões, como fez Baldissera, é fundamental para quem já está endividado. Ele diz ainda que outra alternativa é brigar na Justiça contra juros abusivos.
A jornalista Flávia Adalgiza, que com base em sua experiência pessoal escreveu o livro "O Devedor - A Luta para Vencer a Guerra das Dívidas", recomenda que a pessoa tome a iniciativa de procurar os credores para renegociar os débitos. "É importante mostrar disposição para pagar", diz.
Flávia montou uma produtora de vídeo no interior de São Paulo no início dos anos 90. "O projeto era megalomaníaco. A cidade não comportava um investimento daquele porte", diz. Por causa disso e de problemas administrativos, quando ela se deu conta, já possuía uma dívida superior a R$ 300 mil.
"É difícil. Nessas horas, a família se afasta, os amigos te isolam, parece que você é um leproso. O devedor sente muita vergonha", diz.
De acordo com ela, é fundamental que o devedor tenha coragem de parar para fazer a conta de tudo o que deve e para quem. "Chamo esse momento de "pânico um"." O "pânico dois", segundo ela, é quando se toma consciência do tamanho do rombo.
O devedor, diz, tem então três alternativas: fugir, morrer ou vencer. "Geralmente dá para cortar uma série de gastos, de alimentação a vestuário, sem perder a dignidade."
Flávia afirma que, mesmo que a economia seja pequena, ela nunca é desprezível.Os devedores devem tomar cuidado para não ampliarem a dívida envolvendo outros membros da família, sem antes ao menos tentar rever seu planejamento orçamentário.
O presidente da Andif diz, por exemplo, que tem crescido o número de mulheres inadimplentes. "Mas, em 99% desses casos, há um homem por trás." Segundo ele, é comum que o chefe de família, ao ter seu nome incluído na lista negra do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) ou da Serasa (Centralização de Serviços Bancários), passe a fazer as compras com o nome da mulher. Dessa forma, os dois acabam impedidos de comprar a prazo.


Controle começa na infância

A educadora financeira Cássia D'Aquino é categórica: usar o dinheiro de forma controlada é algo que pode - e deve- ser aprendido desde criança. "É preciso saber lidar com a espera. Afinal, como diz o ditado, o melhor da festa é esperar por ela", diz.
A incapacidade de esperar é uma forte característica dos compradores compulsivos. E ela pode se manifestar de diversas formas, não precisa ser apenas pelo ato de gastar compulsivamente.
Uma das participantes do grupo Devedores Anônimos, apesar de não gastar desenfreadamente, vive com pânico de dívidas. Filha de um gastador contumaz e de uma mãe que tentava controlar o pai, diz acreditar que a sua dificuldade em lidar com dinheiro é fruto da experiência familiar.
Na educação financeira, segundo Cássia, os pais têm papel fundamental. "Presentear demais a criança não traz felicidade, só a deixa ansiosa." Ela sugere que os pais estabeleçam datas para presentear os filhos. "Assim a criança passa a entender que deve esperar para obter o que quer."
Cássia explica que, entre os seis e dez anos de idade, a criança não possui maturidade para lidar com prazos longos, por isso "o ideal é dar o dinheiro semanalmente".
A partir dos 11 anos, de modo geral, a criança já possui habilidade para absorver prazos maiores. "Mas não adianta simplesmente dar o dinheiro sem oferecer nenhuma orientação", diz.
Segundo Cássia, os pais devem sentar com os filhos para, juntos, calcularem quanto da mesada deve ser separado para os gastos fixos, como condução e o lanche na escola. Assim, a criança passará a entender que apenas uma parcela da mesada poderá ser gasta para saciar seus desejos. Além disso, ficará claro que eles devem ter limites e respeitar o orçamento de determinado período.

Solidariedade combate o vício

Na última quinta-feira à noite, véspera de feriado, no horário marcado para a reunião do grupo de Devedores Anônimos, na Igreja Nossa Senhora Perpétua do Socorro, só havia chegado uma pessoa. Mas, pouco a pouco, depois de desafiarem o congestionamento que imobilizava a cidade de São Paulo, os participantes do grupo foram chegando. Naquele dia, foram oito. Geralmente são cerca de 15. "É que tem devedor aqui que está com dinheiro para viajar", brinca uma das integrantes.
Depois de lerem trechos de textos que falam sobre o que é endividamento compulsivo, cada um começa a falar sobre si. Não há perguntas. Cada participante usa aquele momento para fazer um misto de desabafo e reflexão sobre como está se saindo no processo de abstinência.
Comentam, também, sobre a dificuldade de aprender a viver sem dívidas. Uma situação que para eles é completamente nova e, por isso mesmo, assustadora.A solidariedade ajuda a evitar recaídas. Quando sentem que uma crise está por vir, eles têm o hábito de ligar para algum amigo do grupo. Dividindo a agonia, geralmente conseguem resistir à compulsão.
Os pequenos passos são comemorados. Inclusive o fato de, sem culpa, ficar devendo R$ 10 para o dono da banca de jornal porque ele não tinha troco. "Estava ficando ansiosa com isso, mas consegui ver que eu não fiz essa dívida porque quis. Depois, então, separei o dinheiro para dar a ele", conta uma "D.A.", como se definem os participantes do grupo.
Ao fim da reunião, eles fazem uma oração pedindo serenidade para continuar na luta do não-endividamento. E desejam "24 horas para todos", em referência ao fato de que a batalha pela abstinência não acaba, mas tem de ser vencida diariamente.

LOCAIS DAS REUNIÕES
Igreja Nossa Senhora Perpétua do Socorro - Rua Sampaio Vidal, 1.055 -Quintas-feiras, às 18h30
Igreja Santa Efigênia - Rua Santa Efigênia, 30 - Sábados, às 16h
Paróquia São Luís Maria de Mont Fort - Rua Doutor Carmelo D'Agostinho, 149 - Domingos, às 15h

Fonte: Folha de S. Paulo / Aprendiz

Dicas de como ser organizada com dinheiro

Olá pessoas
Hoje vou fazer um especial de dicas para que possamos ser organizada com $$$. Essas dicas são cópias de lugares que freqüento na Net. Não sou a melhor pessoa do mundo para falar em dicas financeiras... aliás tenho muito a aprender. Mas quero compartilhar com vcs, pois assim me animo também a ser mais controlada.
Vamos lá!!!


1 - Nunca gaste mais do que ganha. Independentemente do valor do seu salário, se você gastar mais do que recebe, sempre estará devendo e nunca poderá economizar. É importante fazer um orçamento e respeitá-lo.
2 - Se você tem dívidas, pague-as o mais rápido possível. Não deixe que elas se acumulem. Se você usa cartão de crédito, pague sempre o total da conta. Os juros de financiamento do saldo devedor costumam ser muito altos.
3 - Economize, pelo menos, uma pequena quantia todos os meses. Recomenda-se guardar, no mínimo, 10% da renda. Abra uma conta de poupança em um banco e transfira para ela mensalmente a quantia que decidir economizar. Assim você se habituará a não “contar” com esse dinheiro.
4 - Crie uma reserva para emergências. Antes de pensar em aplicações de médio e longo prazo, você precisa contar com uma poupança que cubra, pelo menos, seis meses do seu orçamento.
5 - Informe-se sobre investimentos financeiros. Leia sobre o assunto na internet ou em revistas e livros, faça cursos e participe de seminários. Assim você poderá tomar decisões ponderadas e objetivas ao discutir suas decisões com corretores de seguros, gerentes de bancos ou outras entidades.
6 - Planeje as suas metas financeiras. Crie o seu próprio “plano de negócios”, como se fosse uma empresa. Comece, o mais cedo possível, a contribuir para um fundo de investimentos ou um plano de previdência privada para garantir uma vida confortável após a aposentadoria. Você pode aderir ao plano oferecido pela empresa onde trabalha ou fazer um programa individual de investimentos exclusivamente com esse objetivo.


Importante
Não deixe as suas reservas paradas; aplique-as para obter rendimentos e se proteger da inflação. O único que ganha com dinheiro parado na conta corrente é o banco.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Fly Babies Brasil

A mulher moderna tem pouco tempo para deixar a casa impecável, ainda mais se tiver filhos. São tantas coisas que ocupam o nosso precioso tempo que muitas vezes não temos tempo de fazer absolutamente nada.
Acordar, tomar banho, tomar café, deixar as coisas em ordem para que a assistente que ficará em casa ajude a andar com a rotina, cardápio da semana (almoço e jantar), dar atenção aos filhos, ao marido, ler livro, supermercado, pagar contas, trabalhar, estudar ( pois senão vc dança no emprego), lavar e passar roupa, fazer a faxina da casa, ajudar o filho na lição, verificar se tem uniforme limpo para o dia seguinte, se tem lanche para o filho levar a escola, passear!!!! (quando rsrsrsrsrs), se caso os filhos estiverem gripados... levá-los ao médico, tomar remédio... as vacinas etc etc etc etc... UFAAAAA....
Não sou perfeita, nem muito organizada... mas admito que a desorganização física causa a desordem mental. Estou em constante amadurecimento, procuro diariamente dicas para que a vida fique um pouco mais leve. E passeando pela net achei um grupo no Yahoo que está me ajudando muito. É o FlybabiesnoBrasil http://br.groups.yahoo.com/group/flybabiesnoBrasil/
O grupo reúne várias flyamigas para trocar experiências de organização... O Flybabies Brasil é totalmente inspirado no site Fly Lady (www.flylady.net).
O princípio básico é que você é muito importante e que por isso sendo organizada com as tarefas e mantendo uma rotina terá e poderá usufruir de uma vida mais tranquila e com tudo organizado. Terá tempo de fazer tudo e poderá desfrutar de passeios, receber amigos sem ter que sair correndo escondendo a bagunça. Quando precisar de algo... fica muito mais fácil a procura, pois a organização proporciona um sentimento de controle sobre a vida.
Vamos seguir as dicas desse grupo para que tenhamos saúde mental.
bjos
Flybaby
Ana Paula

Uso alternativo para produtos de beleza

Achei essas dicas nesse blog http://superziper.blogspot.com e resolvi publicá-las aqui.

Na vida nem sempre a gente acerta nas escolhas e isso inclui compras. Levanta a mão quem nunca comprou na empolgação um hidratante que, depois de pouco uso, foi deixado de lado? O motivo para isso acontecer podem ser inúmeros. Tem produtos que simplesmente não funcionam. Outras vezes a gente se engana com o cheiro ou com a textura, mesmo que na tenha experimentado na loja. E por aí vai.
Pois bem, agora é hora de abrir gavetas e armários e sair buscando estes produtos esquecidos pois sempre há um segundo uso para eles.Saiu no jornal de Londres uma matéria interessante de dicas de como dar um novo uso ou reciclar cosméticos.
Algumas das dicas, vocês vão notar, talvez não sejam um tanto estranhas mas achei que valia a pena compartilhar.

1. Hidratante para o rosto
Se aquele novo hidratante cuja propaganada apareceu em todas as revistas não funcionou no seu rosto - e ainda fez aparecer bolinhas, experimente usá-lo no corpo. Um hidratante poderoso vai fazer milagre nos seus braços e pernas e é provável que não dê reações alérgicas em uma pele mais grossa. Vamos admitir que joelhos e cotovelos não precisam de um tratamento com ingredientes anti-envelhecimento. Mas é melhor do que deixar aposentar na gaveta!

2. Base não precisa ser usada apenas no rosto.
Se a sua mais nova aquisição for de um tom mais escurao que sua pele ou muito grossa, experimente o seguinte. Dilua a base com um pouco de loção hidratante para o corpo e espalhe nas pernas. Corrige imperfeições e tira a palidez.

3. Exfoliante
Use-o nas pernas e pés - a pele destas partes do corpo com certeza são bem menos sensíveis que a do rosto. E eles vão agradecer, macios e hidratados em alto estilo!

4. Perfume
Uma essência floral demais pode ficar enjoativa na pele, mas funciona bem em toalhas e lençóis. Experimente borrifar um pouquinho logo depois de lavar.

5. Creme anti-flacidez
Essa é para quem faz bronzeamento artificial ou usa aquelas loções auto-bronzeantes. O creme anti-flacidez pode funcionar para dar uma clareada em que ficaram marcadas, como joelhos e cotovelos.

6. Condicionador de cabelos
Guarde o condicionador que você não gostou e use-o para enxaguar a mão peças delicadas como lã e cashmere. Deixa suéteres super macios e cheirosos. O mesmo vale para shampoos, que neste caso substituem o sabão em pó.Um outro uso alternativo bem legal para condicionador de cabelo de gente é usá-lo para desembaraçar cabelo de boneca. Geralmente os produtos mais gordurosos, que deixam cabelo humano um pouco oleoso caem muito bem no plástico do cabelo das dolls.Amaciante de roupas também funciona maravilhas para amaciar e desembaraçar o cabelo plástico, experimente encher um vidro com água morna e amaciante. Deixe a cabeça da boneca virada dentro do líquido por algumas horas. Enxague e sinta a maciez :)